
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Volta ás aulas

domingo, 26 de fevereiro de 2012
Euuuuu *-*
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
As Debyh
Amigas para sempre!!!
Amigos Para Sempre
Eu não tenho nada pra dizer
Você parece no momento até saber
O quanto eu estou sofrendo
Vem, veja através dos olhos meus
A emoção que sinto em estar aqui
Sentir seu coração me amando
Amigos para sempre é o que nós iremos ser
Na primavera ou em qualquer das estações
Nas horas tristes, nos momentos de prazer
Amigos para sempre
Amigos para sempre é o que nós iremos ser
Na primavera ou em qualquer das estações
Nas horas tristes, nos momentos de prazer
Amigos para sempre
Você pode estar longe, muito longe sim
Mas por te amar, sinto você perto de mim
E o meu coração contente
Não nos perderemos, não te esquecerei
Você é a minha vida, tudo que sonhei
E quis para mim um dia
Amigos para sempre é o que nós iremos ser
Na primavera ou em qualquer das estações
Nas horas tristes, nos momentos de prazer
Amigos para sempre
Amigos para sempre é o que nós iremos ser
Na primavera ou em qualquer das estações
Nas horas tristes, nos momentos de prazer
Amigos para sempre
Te Amo minha migah!!!
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Tanih
Gaúcha para sempre (8)
As coisas por aqui nunca foram muito pacíficas. Ao mesmo tempo que a terra tinha donos, era uma terra de ninguém. Segundo o tratado de Tordesilhas, seríamos espanhóis, só que, nas reviravoltas que a história está acostumada a narrar mundo a fora, tomamos um rumo diferente. O que definiu no primeiro momento da exploração do território americano que o Rio Grande do Sul seria português, e portanto brasileiro, foi um rio, famoso por batalhas épicas e muito sangue derramado, o Rio da Prata. Martim Afonso de Souza, depois de naufragar e ser socorrido por seu irmão, Pero Lopes de Souza, chega na barra de Rio Grande (Batizada assim por acharem que a lagoa dos patos se tratava de um grande Rio). Por ainda ser território Espanhol e a capitania de Pero Lopes era a chamada Santana (Atual Santa Catarina) ficou intacto. Portugal sabia da região e a explorava clandestinamente, a Espanha ainda não tinha total conhecimento do território, avistava com olhos financeiros a região dos Andes, onde haviam as grandes civilizações americanas. Ao fazer o mapa da América, Bartolomeu Velho coloca o território gaúcho como Capitania Del Rei, ou seja, era território pertencente ao Rei. Como sabemos, neste período, 1580, Portugal e Espanha eram reinadas pelo Rei Filipe, e portanto, tudo que era português, espanhol também era.
Em 1626 foi fundado o primeiro povoado do Rio Grande do Sul. O padre Roque Gonzáles de Santa Cruz criou o "pueblo de San Nicolas" no vale do Piratini. 2 anos depois ele foi trucidado pelos próprios índios que tentara catequizar. Visto que sem reforços seria quase impossível dominar a alma dos indígenas dos pampas, fundaram 18 núcleos de catequese indígena no Rio Grande do Sul (Conhecido na época como província do Tape) que ao chegarem, trouxeram o gado para o território gaúcho, porém também não deu certo e novamente foram destruídos os núcleos. Somente quase 40 anos depois conseguiram fixar um núcleo no Rio Grande. Em 1680 se estabelece os Sete Povos das Missões, bem organizados e controlados. Quando chegaram os jesuítas aqui, depois destes 40 anos, encontraram um território absurdamente povoado por bovinos, herança deixada pelos 18 núcleos que foram destroçados anteriormente pelos indígenas, os animais se reproduziram de maneira inexplicável e lotaram o território do Rio Grande do Sul e Uruguai, fazendo com que até hoje sejam uma das maiores riquezas da região. Atualmente no Rio grande do Sul calcula-se que aproximadamente existem 13,6 milhões de cabeças de gado no estado.
E o Gaúcho, onde ele aparece? No cenário marcado por gado e guerra, emerge o gaúcho. Nos primeiros tempos ele era o guasca, o gaudério, um marginal "sem lei nem rei", aquele que "morava na sua camisa, debaixo de seu chapéu, montado em seu cavalo" e percorria aquela "terra de ninguém" que futuramente se torna o Rio Grande do Sul. Estes gaudérios eram, na maioria das vezes, resquícios daqueles índios que se negavam a catequese dos jesuítas e fugiam para o campo. Com o tempo o termo gaudério foi substituído pelo gaúcho, onde seu primeiro registro foi num documento de dom Pablo Carbonell, no ano de 1771, onde ele refere-se a alguns "gahuchos" que fugiam de soldados espanhóis. Aos poucos, principalmente nos séculos XVIII e XIX, estes gaúchos foram se incorporando na sociedade, prestavam serviços aos estanceiros, nas charqueadas e trabalhos do campo, e faziam parte dos exércitos em troca de terras e produtos para auto-sustentação como alimentos, animais e etc. O Gaúcho começa a ser respeitado, admirado e exaltado como um grande herói depois da Revolução farroupilha e em seguida da guerra do Paraguai, onde fileiras destes homens venceram as batalhas e deram a glória (muito debatida hoje em dia se fora realmente um ato heróico, como o exército brasileiro se orgulha e exalta, ou se fora um grande massacre sem dó nem piedade, como os historiadores argumentam através de documentos e histórias) para o Brasil e para o estado do Rio Grande do Sul.
Enfim, o gaúcho surgiu nos índios, que povoavam as terras da América em paz, de certa forma, até que chegou o europeu e tomou posse deste território como se fossem donos do mundo, impondo leis, limites e tarefas a estes povos que terminaram por se extinguir depois de muito sangue derramado e tentativas de resistência mal sucedidas.
O que nos resta hoje é a tradição de cultivar a cultura gaúcha e a nossa alma, que essa sim, nunca irá se extinguir, pois somos o que somos e não o que os outros querem que sejamos, essa alma guerreira que nos mostra fortes a cada pedra que encontramos no caminho e nos leva a conduzir os problemas do mundo e do dia-a-dia com maestria, sem deixar-nos prejudicar ou perder nossas virtudes, como mostra no nosso hino: "não basta para ser livre, ser um povo forte aguerrido e bravo" pois "povos que não tem virtude, acabam por ser escravos".
:)
sábado, 11 de fevereiro de 2012
Te amo Vida!
Serio as vezes tipo estou de kra com minha vida mas sabe acho q minha vida é muito legal ou melhor amo ela pois sempre faz as coisas certa e na hora certa.
As vezes eu bah q merd@ de vida é essa mas só que o que estou passando é tudo para me fortalecer e me fazer uma pessoa melhor!
As vezes fujo da realidade,acho que talvez um pouco medo de encarar a vida,não bem medo é mais é medo de não estar fazendo o certo.
Mas não hó sabe!
Mas resumindo minha vida é sim boa e posso falar amo minha vida!
Tem coisas que tem que acontecer como alguma tristeza alguma coisa que não me agrade pois isso é que torna ela minha vida minha vida loka que me deixa loka as vezes e me deixa feliz, me deixa ser eu ser quem sou sem medo de ser eu!
Amo ela d+ e também meus amigos/as família etc...
A cada detalhe dela deixa ela a minha historia a minha loka vida é única pois minha vida é minha,minha vida nunca vai ser igual a de ninguém...
Love Life!!!
"Ser eu"
“Sou lokinha sim como posso ser certa se a vida me ensinou a ser eu..
Ser aquela que ri, que chora,que as vezes não sabe o que fazer.
Eu me gosto assim,claro talvez as vezes é melhor dá uma reajustada mas nada que vá mudar o meu eu.
As vezes penso e faço;
Outras faço e não penso.
Pode ter certeza as melhor coisas foram feita sem pensar!
Mas tá valendo as outras eu vi que era melhor não fazer.
Éé lokinha porque sou feliz...
Lokinha porque sou diferente...
É diferentes sou sim e gosto de ser...
Isso me torna eu”
O anel que ganhei do pai *-*
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Aff...
Pow